Créditos e fontes
De onde vem cada imagem e cada texto deste site. As fotografias e as obras de arte são de acervos livres, com autor e licença; os textos latinos são do Missal Romano de 1962; as traduções são próprias.
Os textos
Os textos latinos da Missa seguem o Missale Romanum na edição típica de 1962, de domínio público. As traduções para o português foram feitas para este site, a partir do latim, buscando fidelidade antes de elegância. Citações de documentos da Igreja usam a versão oficial em português publicada pela Santa Sé quando ela existe; quando não, a tradução é nossa e vem assinalada. Cada página traz, ao final, as fontes consultadas.
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As imagens
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A elevação da Hóstia depois da consagração, momento central da Missa tradicional, com o sacerdote voltado para o altar.

A Missa de Bolsena, afresco de Rafael (c. 1512), na Stanza d'Eliodoro, Museus do Vaticano.

A Missa de Santo Egídio, do Mestre de Santo Egídio (c. 1500): o sacerdote eleva a hóstia diante do altar.

A Missa de São Gregório Magno, de Adriaen Isenbrandt (c. 1510–1550), no J. Paul Getty Museum.

A Última Ceia, de Juan de Juanes (terceiro quartel do século XVI): Cristo eleva a hóstia, numa representação marcadamente eucarística.

Azulejos azuis e brancos numa fachada do Porto (Portugal).

Cálice e patena do antigo leprosário de Seili (Finlândia), feitos em Turku entre 1443 e 1480.

Canto gregoriano em notação quadrada, em pauta de quatro linhas e clave de Fá: manuscrito do século XIV conservado no Arxiu Comarcal del Bages, em Manresa (Catalunha).

Capela-mor da igreja do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, com altar e retábulo de talha dourada barroca.

Casula de veludo de seda italiano do século XV com orfrés bordados de Colônia, c. 1525–1530. Museu Schnütgen, Colônia (Alemanha).

Celebração de Corpus Christi do Instituto de Cristo Rei Sumo Sacerdote no Santuário de Cristo Rei, em Chicago, 2016.

Celebração tridentina da Páscoa de 2010 em Dobrš (Chéquia), em 3 de abril de 2010, com o círio pascal aceso e os cantores ao lado do altar.

Coro alto da catedral (Sé) de Braga, em Portugal, com seus cadeirais barrocos entalhados e dourados.

Detalhe de talha dourada no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro.

Fractio panis (a fração do pão): afresco da Capela Grega nas Catacumbas de Priscila, em Roma (séculos II a IV).

Frontispício do Missale Romanum «ex decreto Sacrosancti Concilii Tridentini restitutum», gravura de 1629 (Colônia), no Rijksmuseum.

Incensação do celebrante com o turíbulo numa missa solene; a fumaça do incenso sobe ao lado do altar (10 de abril de 2010).

Inicial T do Te igitur, início do Cânon da Missa, no Sacramentário de Drogo (século IX).

Livro de canto aberto no coro alto da Sé de Braga (Portugal), com notação gregoriana em notas quadradas e iniciais em vermelho.

Missa celebrada segundo o Missal de 1962 na igreja de São João Cantius, em Chicago, no tempo do Natal (27 de dezembro de 2013).

Missa de Requiem na cripta da catedral de Estrasburgo (França), em 19 de janeiro de 2013, em memória do rei Luís XVI e dos mártires da Revolução Francesa.

Missa solene com os ministros de paramentos pretos e incensação junto aos degraus do altar (20 de fevereiro de 2010).

Missa solene dominical no rito tradicional, com celebrante, diácono e subdiácono diante de um altar de prata e mármores.

Missa solene no rito tradicional no Santuário de Cristo Rei, em Chicago, celebrada pelo Instituto de Cristo Rei Sumo Sacerdote (2015).

Missal Romano datado de 1904, muito usado, aberto no Cânon da Missa, com texto em preto e rubricas em vermelho. Paróquia de Santa Catarina de Alexandria, Natércia (MG).

Missale Romanum impresso por Christophe Plantin em 1572, poucos anos depois da edição de São Pio V (1570), aberto no Cânon: gravura da Crucifixão e página do Te igitur.

Nave da Catedral de Notre-Dame de Amiens (França), olhando para leste em direção ao coro.

Nave da igreja do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, em direção à capela-mor.

O Concílio de Trento em sessão (1545–1563), pintura conservada no Museo del Palazzo del Buonconsiglio, em Trento.

O Confiteor ao pé do altar numa missa solene: celebrante, diácono e subdiácono diante do altar, com acólitos ajoelhados nos degraus (7 de junho de 2013).

Padres conciliares na Basílica de São Pedro durante o Concílio Vaticano II (1962–1965).

Painel de azulejos do claustro da Igreja e Convento de São Francisco, em Salvador (Bahia).

Paramentos de cores litúrgicas diversas (preto, vermelho, dourado) expostos no Museu da Cultura Monástica (Museum für Klosterkultur) de Weingarten, na Alemanha.

Retábulo dos Sete Sacramentos, de Rogier van der Weyden (1440–1445), no Museu Real de Belas-Artes de Antuérpia; ao fundo do painel central, a celebração da Missa.

Retábulo-mor da Catedral de Burgos (Espanha), obra dos irmãos Martín e Rodrigo de la Haya (1562–1577), na capela-mor gótica.

Sacra (carta do altar) com orações da Missa, sobre o altar-mor da igreja de São Leonardo, em Pesenbach (Alta Áustria), 2018.

Sacramentário de Drogo (c. 845–855), Bibliothèque nationale de France, fólio 15r: as palavras do Sanctus em torno de um serafim.

São Pio V, papa de 1566 a 1572, que promulgou o Missal Romano em 1570. Pintura do século XVI, de seguidor de Bartolomeo Passarotti.

Turíbulo florentino e naveta de Zanobi Biagioni, 1780. Museu de Arte Sacra de Signa (Itália).